
Há vinte anos morria Agenor de Miranda Araújo Neto, o eterno Cazuza, um dos maiores nomes da musica popular brasileira e um dos responsáveis pela graça do rock brasileiro (que hoje em dia é tão duvidoso). Os maiores clássicos da música nacional têm o nome de Cazuza nos créditos.
Cazuza foi percursor, quebrou barreiras, tabus e foi o primeiro astro a se assumir soropositivo no país. Cazuza é um exemplo a ser seguido, é o verdadeiro Punk. Vomitava na mídia o que ninguém queria ouvir, zombava do mundo, zombava de si, não tinha sexualidade definida, por isso talvez tenha sido um anjo caído, um anjo rebelde sim, mas um anjo. Cazuza morreu de forma trágica e dizia que morrer não doía, mas esperar pela morte era a mais terrível das dores.
Sempre sua obra estará em minhas listas de reprodução.
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